Conversas na Linha JUSTLX

A Prática Artística em tempos de Confinamento.

Edição online

fev / março 2021

COM A COLABORAÇÃO DE

Durante os meses de fevereiro e março, aproveitando o período de confinamento resultante da situação pandémica que vivemos, a JUSTLX – Feira de Arte Contemporânea de Lisboa promove as Conversas na Linha JUSTLX com o apoio da revista Umbigo (umbigomagazine.com/pt), um conjunto de quatro conversas online em torno da prática artística contemporânea em tempos de confinamento.

As novas propostas artísticas em meios digitais e realidades virtuais, a divulgação e a internacionalização da arte através desses meios, e a forma como os apoios institucionais se estão a ajustar a estes novos tempos, são algumas das ideias que iremos debater nas Conversas na Linha.

1

17 fevereiro

18h. (Lisboa) 19 h. (Madrid)

Comunicação da Arte no Meio Digital

Conversa que navegará entre os meios de comunicação tradicionais (papel, televisão) e os novos meios digitais (internet). Será também explorado o modo como os objetos artísticos são divulgados nos meios de comunicação e qual a sua importância.

Convidados:
Elsa Garcia (Plataforma Umbigo)
Vítor Belanciano (Jornalista Cultural –  Público)

Moderação:
Filipa Sanchez (Diretora de Comunicação – JUSTLX)

 

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2

03 março

18h. (Lisboa) 19 h. (Madrid)

Arte Digital e Experiência Virtual

Discussão que explorará projetos digitais desenvolvidos para a experiência virtual em oposição aos objetos físicos que pressupõem uma relação direta com os mesmos. Será também abordado o modo como os objetos artísticos, ditos tradicionais, se podem mostrar nos novos meios digitais.

Convidados:
Isabel Croxatto (Galerista -Chile)
Cristobal Tabares (Artista Galería Metro)

Moderação:
Semíramis González
(Diretora Artística JUSTLX e JUSTMAD)

3

17 março

18h. (Lisboa) 19 h. (Madrid)

Internacionalização da Arte Portuguesa

Quais os mecanismos que permitem a internacionalização? E qual a importância dos meios digitais para essa ação? Serão duas perguntas centrais para se perceber como as características, ditas nacionais, podem ter um papel ativo.

Convidados:
Pauliana Valente Pimentel (Artista)
Emília Ferreira (Diretora MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea)

Moderação:
Hugo Dinis (Diretor Artístico JUSTLX)

4

31 março

18h. (Lisboa) 19 h. (Madrid)

Mecenato e Apoio à Criação Artística

A conversa far-se-á em torno do mecenato e da importância que as instituições têm no apoio à criação artística, considerando que os meios de divulgação digitais e os projetos artísticos virtuais podem vir a ter uma visibilidade crescente.

Convidados:
Beatriz Montero de Espinosa (Diretora Gerente Fundación ENAIRE)
João Silvério (Curador da Fundação PLMJ)

Moderação:
Semíramis González
(Diretora Artística JUSTLX e JUSTMAD)

Conversa 2

Arte Digital e Experiência Virtual

03 março

18h. (Lisboa) 19 h. (Madrid)

Convidados

Isabel Croxatto

Isabel Croxatto

(Galerista – Chile)

Isabel Croxatto (Santiago, Chile, 1963) é coreógrafa, investigadora cénica e gestora cultural de arte contemporânea. Em 2012 fundou a Galeria Isabel Croxatto, plataforma internacional de arte contemporânea.

Isabel Croxatto (Santiago, Chile, 1963) é coreógrafa, investigadora cénica e gestora cultural em arte contemporânea, licenciada em Artes Cénicas pela Universidad Mayor (Chile), com estudos de especialização no Chile, Estados Unidos, França e Japão. Ao longo dos seus 35 anos de carreira como bailarina e coreógrafa, criou e dirigiu mais de 20 produções coreográficas, que foram apresentadas nos palcos mais importantes do Chile, incluindo o Teatro Municipal de Santiago, o Teatro Nacional Chileno, o Teatro Universidad de Chile, Teatro UC, Teatro Oriente, Centro Cultural Estação Mapocho, Teatro Regional do Maule, Teatro Municipal de Temuco, entre outros espaços; além de reconhecidos festivais internacionais de dança contemporânea no Peru, Brasil, Paraguai, Venezuela, México, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Alemanha, Noruega, Finlândia, Singapura e Malásia. O seu trabalho coreográfico foi reconhecido, entre outros, com o Prémio Altazor (Santiago, 2012), e a obtenção do Fundo Nacional para as Artes FONDART do Ministério das Culturas do Chile em diversas ocasiões. Paralelamente, desenvolveu trabalho pedagógico nas universidades Diego Portales, Mayor, Finis Terrae e Academia de Humanismo Cristão em Santiago. Em 2012 fundou a Galeria Isabel Croxatto, galeria internacional de arte contemporânea da qual é diretora. Com um trabalho independente e fortemente marcado pela autogestão, tem sido uma pioneira na cena chilena ao explorar alternativas no mundo expositivo, destacando a sua capacidade no desenvolvimento e projeção da carreira de artistas emergentes e na abertura de mercados para a arte Chilena na Ásia, especialmente Turquia e Hong Kong. Atualmente Isabel Croxatto vive e trabalha em Santiago do Chile.

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Cristobal Tabares

Cristóbal Tabares

(Artista Galería Metro)

Cristóbal Tabares (Arafo, 1984), é licenciado em Belas Artes e Mestre em Arte, Território e Paisagem pela Universidad de La Laguna. É artista da Galeria Metro de Santiago de Compostela.

Licenciado em Belas Artes e Mestre em Arte, Território e Paisagem pela Universidad de La Laguna. Selecionado para o II Encontro de Artistas Novos da Cidade da Cultura da Galiza, e para o I Encontro de Artistas Novos de Castela e Leão. Participou na Art Room Fair #2 e #4 (Madrid), no Projeto Chimenea de La Casa Encendida, Ikas-Art e Getxoarte (Bilbao), Estúdio Alberto (Lugo), Art Miami, com Dillon Gallery (Nova Iorque), Semana de Arte Contemporânea AlNorte, no museu Barjola em Gijón. Primeiro Prémio na Bienal de Pintura de Padru (Sardenha), Prémio Nacional de Pintura Enrique Lite, Prémio Museu de Arte Contemporânea Gás Natural Fenosa na Feira Cuarto Público (Santiago de Compostela).

Participou em exposições coletivas como “Bad Taste”, na La Térmica (Málaga), “Potasio”, na galeria Mad Is Mad de Madrid, “Contra la Piel”, “Area 60” no TEA (Tenerife Espacio de las Artes), en “Crisis? What Crisis?”, “Juego de máscaras”, “La identidade como ficción” no TEA, e La Regenta, Movember, The Vyner Studio Gallery (Londres), 25.000ft na Cabrera Pinto, “In medias res” Colégio Oficial de Arquitetos das Ilhas Canárias ou “Plástico” no Círculo de Bellas Artes de Tenerife , na Bienal ” La más elegante del invernadero ” em Granada, ou em “Shakespeare & Cía” no Centro Cultural San Chinarro, entre outras.

As suas exposições individuais: XIN XIN na galeria Metro em Santiago de Compostela, “Archipelgo”, no Ateneo de La Laguna, “Liberté Egalité Varieté” na Recova de Santa Cruz de Tenerife, e “Ahora es tarde, señora”, no espaço Alquian em Madrid. Atualmente trabalha para a Fresh Gallery (Madrid), onde apresentou a sua última exposição, “Dientes Dientes” em 2019. O seu projeto “Muyayo” foi selecionado para os espaços do Governo das Canárias no âmbito do concurso de 2018.

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Moderação

Semíramis González

(Diretora Artística JUSTLX e JUSTMAD)

Conversa 1

Comunicação da Arte no Meio Digital

17 fevereiro

18h. (Lisboa) 19 h. (Madrid)

Convidados

Elsa Garcia

Elsa Garcia 

(Plataforma Umbigo)

Elsa Garcia é membro fundador e diretora da revista Umbigo, com a qual desenvolveu vários projetos curatoriais e para a qual e juntamente com António Néu (diretor de arte da revista Umbigo) criou a Plataforma UmbigoLAB, uma rede social para artistas que promove a sinergia entre estes e os agentes do meio (curadores, diretores de museus, galeristas, colecionadores e instituições).

Nascida em 1976, é jornalista desde 1994. Ao longo dos anos tem feito vários cursos de jornalismo, bem como de arte contemporânea, entre os quais Temas da História da Arte do Século XX (Fundação Serralves), workshop de Curadoria na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, Estética (Ar.Co) e História da Fotografia na mesma Instituição. Em 2017 terminou uma Pós- Graduação em Curadoria na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa.

É membro fundador e diretora da revista Umbigo desde 2002, com a qual desenvolveu vários projetos curatoriais, entre eles a exposição Entre Limite e a Audácia de Miguel Palma na galeria Fábulas, The Difference de Andrea Splisgar no Palácio de Santa Catarina e a exposição Pieces and Parts na Plataforma Revólver, Lisboa. Também para a revista Umbigo realizou a edição do livro Coordenadas do Corpo na Arte Contemporânea, uma coleção que reúne um ensaio de Bárbara Coutinho ( atual diretora do MUDE – Museu da Moda e Design), prefácio de Eduardo Prado Coelho e diversos trabalhos artísticos, muitos deles desenvolvidos propositadamente para o livro, num conjunto de obras que representam uma pequena amostra das preocupações filosóficas e estéticas de um grupo de artistas.

Mais recentemente e juntamente com António Néu (diretor de arte da revista Umbigo) criou a Plataforma UmbigoLAB, uma rede curatorial de networking para artistas que promove a sinergia entre estes e os agentes do meio (curadores, diretores de museus, galeristas, colecionadores e instituições).

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Vítor Belanciano

Vítor Belanciano

(Jornalista Cultural – Público)

Vítor Belanciano, jornalista cultural, crítico e cronista. Tem formação em antropologia e sociologia, tendo sido, ao longo dos anos, actor, DJ ou professor. Está no jornal Público há cerca de vinte anos.

Vítor Belanciano, jornalista cultural, crítico e cronista. Equivoquei-me em Direito, passei para Sociologia, formei-me em Antropologia no ISCTE, regressei depois a Sociologia, gosto do campo, cresci no subúrbio, estou no centro da cidade, fui por vezes e outras vou sendo, cientista social, actor, DJ, jornalista, crítico de música, cronista, professor, contador de histórias.

Estou no jornal Público há cerca de vinte anos, mas só estou por ali porque vou estando por outros lugares, e porque a cultura está em tudo, mistura assuntos, atravessa linguagens, é política, economia, sociedade, música, arte, ideias, é reflexão, análise e crítica sobre as práticas, é tentar traduzir de forma simples realidades complexas, em vez de dividir, assimilar. No fim de contas, talvez não me tenha equivocado em nada.

Há um mês lancei o livro Não Dá Para Ficar Parado – Música Afro-Portuguesa, Celebração, Conflito e Esperança (Edições Afrontamento). As livrarias hesitam em colocá-lo nas prateleiras de cultura, arte, música, estudos culturais, antropologia ou sociologia. Direito é que não. Respeito isso. Eu também não saberia muito bem onde colocá-lo.

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Moderação

Filipa Sanchez 

(Diretora de Comunicação – JUSTLX)

 

Comunicação da Arte no Meio Digital

17/02/21

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